quinta-feira, 9 de outubro de 2008

SIR DUKE

AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto AUGUSusto

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

o poeta acordou .suado e respirando mal.
todo mau poeta acorda assim,intuitivo.
hoje sim.hoje não.hoje sim ,hoje não
sua vida é um livro aberto de cabeça para baixo,
com palavras caindo simplesmente iguais
desfilando sua anti-convulsão mental,
imitando a arte e copiando a vida.
De pé ele volta ao jogo e paga para abrir.
depois, não muito depois, vai rindo , vai chorando ,sem se cansar
furando o vento com a ponta do coração.
as vezes ele para e pensa: - vou parar de vez.
sempre dizisso , olhando sua identidade vencida .
E agora ele pensa em você ,em tudo que não houve.
E em tudo que não ouviu ou viveu no tempo que já passou.
você tem me falado coisas muito duras , Eu juro
tão dificeis de ouvir como as últimas canções do Roberto.
mesmo assim vamos abrir. temos velocidade
descartar um romance
eu queria você bem perto.a distancia
para uma noite bela.
um pingente no meu pescoço
colado no meu coração
entre nós e nossos beijos
aquela canção do Roberto
seremos dois amantes em amor.
desejo que faz o coração voar
nessa paixão sem endereço certo
minha vida virou um long play
tocando uma canção Roberto
toda sorte será nossa Eu juro.

segunda-feira, 31 de março de 2008

LUCIANO TRIGO

O pós-modernismo não é um fenômeno limitado às artes visuais, seu impacto atinge todas as esferas da vida. Mas é interessante observar como a produção artística contemporânea ilustra as grandes características pós-modernas - sempre tomando como referência o Modernismo:1) descrença nas grandes narrativas - no caso, a grande narrativa da arte moderna, substituída pela fragmentação pluralista e a-histórica;2) crise de autoridade cultural: a verdade e o conhecimento são relativos e dependem de um sistema de relações de poder e de jogos de linguagem - coerentemente, os valores absolutos da arte moderna se esgotaram e foram abandonados;3) mudança da produção para a reprodução - a arte é dominada pelo império das citações, apropriações e recombinações de recursos e linguagens do passado, em novos contextos.4) a substituição da realidade, convenção antiquada, por uma ficção, isto é, por uma mitologia fabricada pela mídia, pela publicidade, pela indústria do espetáculo etc - cujos mecanismos são cada vez mais usados pelo sistema da arte.5) a falência das utopias baseadas na crença no potencial emancipador do progresso, da ciência e da política - que encontra seu correspondente nas teses sobre o fim da (história da) arte de Arthur C.Danto e Hans Bellmer, que, em termos práticos, afirmam que a arte já bateu no teto, já cruzou sua linha de chegada.Por tudo isso, a atitude do artista contemporâneo em relação á História da Arte, sobretudo em relação á arte moderna, é fundamentalmente irônica (quando não é de desprezo e ignorância).